
"O gato parece compreender que os pacientes estão a ponto de morrer", disse o médico.
Joan Teno, professora de saúde comunitária da Universidade Brown, que atende os pacientes da clínica, afasta o ceticismo.
"O gato sempre aparece nas últimas duas horas de vida dos pacientes", garantiu. Com o prenúncio da morte, as equipes médicas têm mais tempo de preparar os familiares, acrescenta Dosa. No artigo, o geriatra conta que a família de uma paciente vítima de câncer e que teve o leito visitado por Oscar foi chamada para acompanhar os seus derradeiros momentos. Mais uma vez o bichano acertou: a mulher morreu em 30 minutos.
Teno não acredita, porém, que o felino tenha faculdades paranormais. Bom, crenças à parte, o certo é que Oscar é muito respeitado na clínica. O felino tem um local reservado para ele e confeccionaram uma placa para homenagear o animal.
"É possível que haja uma explicação química - sugeriu, tentando explicar as fatídicas andanças do gato de pêlo cinza e branco, que passa a maior parte do tempo no terceiro andar, onde vivem os pacientes dementes."
E olha que Oscar não é preto..."
** Reportagem: "O Globo Online"










